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2013 - Outros Carnavais


Faixas:  

01 Atrás Da Verde E Rosa Só Não Via Quem Já Morreu (ao vivo)
02 Pra Valer
03 Chão da praça (ao vivo)
04 A Luz de Tieta - c/ Gal Costa
05 05 A Filha da Chiquita Bacana-Chuva, Suor E Cerveja (Rain, Sweat and Beer) (ao vivo)
06 Vivendo Em Paz
07 É Hoje
08 O Bater do Tambor
09 Lua de São Jorge - c/ Olodum
10 Frevo do Trio Elétrico
11 Massa Real
12 Barao Beleza
13 A Cor Amarela
14 Bom é Batuta
15 Pula, Pula (Salto de Sapato)
16 Ó Paí, Ó - c/ Jauperi
17 Margarida Perfumada (ao vivo) - c/ Timbalada
18 Noites Olindenses
19 Hino Do Carnaval Brasileiro 
20 Vida Boa

Criação, repertório, artwork: Pedro Progresso

2012 - Abraçaço


01 - A Bossa Nova É Foda 
(Caetano Veloso)

02 - Um Abraçaço 
(Caetano Veloso)

03 - Estou Triste 
(Caetano Veloso)

04 - Império da Lei 
(Caetano Veloso)

05 - Quero Ser Justo 
(Caetano Veloso)

06 - Um Comunista 
(Caetano Veloso)

07 - Funk Melódico 
(Caetano Veloso)

08 - Vinco 
(Caetano Veloso)

09 - Quando O Galo Cantou 
(Caetano Veloso)

10 - Parabéns 
(Caetano Veloso e Mauro Lima)

11 - Gayana 
(Rogério Duarte)
Comentários: 
Opinião da casa:

A conclusão da trilogia com a Banda Cê veio pra fechar com chave de ouro a sequência que se iniciou com "Cê". Depois de compor um disco e um show para Gal Costa ("Recanto", de 2011), Caetano volta a questões que nunca abandonou, como a Bossa Nova ("A bossa nova é foda" abre o disco com um comentário atual, assim como em "Outras Palavras" ou "Circuladô"), as referências aos sambas de Noel e o funk carioca, as letras-biografias (algo de "Alexandre" no tamanho de "Um comunista") e temas que já se identificam com o modo "banda-Cê" de execução: "Vinco" e "Um abraçaço".
Ficam em evidência "Estou triste", prima de "Etc", do disco "Estrangeiro", de 89 e "Gayana", composição de Rogério Duarte que encerra o disco com um abraçaço no amor.

2012 - Trilha Sonora



01 - Sozinho na cidade
02 - Sou você
03 - Pra te lembrar
04 - Merica, Merica
05 - Esta terra
06 - Nosso estranho amor
07 - O enredo de Orfeu
08 - Senhor do tempo
09 - Burn it blue
10 - Canto do mundo
11 - Nothing but flowers
12 - Ó paí ó
13 - A voz amada
14 - Perigo
15 - Pecado original
16 - Sereia
17 - Falou amizade
18 - Saudade Brejeira
19 - Estranha forma de vida
20 - Tristeza do Jeca
21 - Tonada de luna llena
22 - LIsbela
23 - Faixa de cetim
24 - Baby
25 - Reis e ratos
26 - Janete
27 - Poema dos olhos da amada
28 - Oh, Carol
29 - Você não me ensinou a te esquecer
30 - Luz do sol
31 - Cucurrucucu Paloma
32 - Se todos fossem iguais a você
33 - Os cinco bailes da história do Rio
34 - Coração pensamento
35 - A luz de Tieta
36 - Miragem de Carnaval

Comentários:
Caetano sempre esteve ligado ao cinema. Ainda adolescente, na Bahia, escrevia resenhas de filme para um jornal local. Em 1968, teve sua primeira música incluída numa trilha de filme: “Viagem ao Fim do Mundo”, baseado no livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis. De lá para cá, se envolveu na feitura de muitas trilhas para o cinema brasileiro. De “A Dama do Lotação”, em 1978, passando por “Índia, A Filha do Sol”, em 1982, “Dedé Mamata” em 1987 e “O Quatrilho”, em 1995, até produções  recentes como como “Lisbela e o Prisioneiro”, de 2003, “O Coronel e o Lobisomem”, de 2005, e “Reis e ratos”, em 2012, entre outros.

Além de produzir canções inéditas para maioria desses filmes, suas músicas, coletadas em discos de carreiras podem ser ouvidas em produções tão diferentes quanto “Nacho Livre”, produção americana de 2006, trilhas de filmes do cineasta Pedro Almodóvar, fã e amigo, ou ter sua voz concorrendo ao Oscar de melhor canção pela sua gravação para a trilha de “Frida”, de 2002.

Pra Te Lembrar (Nei Lisboa)
Gravada especialmente para trilha do filme “Meu Tio Matou Um Cara”, dirigido por Jorge Furtado, em 2005. Caetano fez a direção musical do longa. Não faz parte da discografia oficial.

Nothing But (Flowers) (David Byrne / Chris Frank / Jerry Harrison / Tina Weymouth / Yves N'Jock)
Gravada para mesma trilha do de “Meu Tio Matou Um Cara”. Foi lançado em CD pela Natascha Records, em 2005. Caetano contribuiu com a inédita “Se Essa Rua”, que na trilha aparece nas vozes de Luciana Melo e do rapper Rappin’ Hood.

Mérica, Mérica (Folclore Gaucho/Adaptação: Caetano Veloso/ Jacques Morelembaum)
A trilha do filme “O Quatrilho”, foi produzida pelo maestro Jacques Morelembaum, e contou com a participação de Caetano como compositor e cantor. Foi lançado em CD em 1996, ano em que o filme disputou o Oscar de melhor filme estrangeiro.

 A Voz Amada (Caetano Veloso)
Música inédita composta especialmente para a trilha por Caetano. Foi o tema principal do filme, aparecendo como tema incidental, em três outras versões ao longo do CD.

 Pecado Original (Caetano Veloso)
Composta e gravada para a trilha do filme “A Dama do Lotação”, de 1978, dirigido por Neville de Almeida, e estrelado por Sônia Braga. Foi o único tema do filme, e aparece em varias versões ao longo do filme, executados pelo grupo A Cor do Som. Nunca foi lançada a trilha do filme.  Saiu apenas em compacto simples na época do filme, e pela primeira vez em CD-Single em 1993, ao lado de outras gravações de Caetano. Ficou conhecida na versão de Zezé Motta, que a gravou em seu primeiro disco lançado em 1978.
 
Falou Amizade (Caetano Veloso)
Em 1987, Caetano contribuiu com duas músicas para a trilha do filme “Dedé Mamata”, dirigido por Rodolfo Brandão. A música “Falou Amizade”, foi gravada só na trilha do filme, e viria a ser gravada depois por Simone. A outra música da trilha foi “Tá Combinado”, gravada por Gal Costa. No ano seguinte fez sucesso com Maria Bethânia, mas foi composta especialmente para o cantor Peninha. Foi lançada apenas LP, em 1987.

Esta Terra (Caetano Veloso)
A trilha da adaptação da obra de Dias Gomes, “O Bem Amado”, dirigido por Guel Araes, contou com duas músicas inéditas de Caetano. “Esta Terra”, cantada por ele, e “A Vida é Ruim”, cantada pro Zélia Duncan na trilha. Foi lançada em CD, em 2010.

Estranha Forma de Vida (Amália Rodrigues/A. Duarte Marceneiro)
Filme do cineasta Carlos Saura “Fados”, é uma visão do autor sobre o fado. Caetano fez uma gravação do célebre fado de Amália Rodrigues especialmente para a trilha. Foi lançado em 2007.

Poema dos Olhos da Amada (Vinicius de Moraes)
“Vinícius”, dirigido por Miguel Farias Jr, realizado em 2005, teve a participação de Caetano no filme, tocando violão e recitando o “Poema dos Olhos da Amada”. Saiu em CD, em 2005, pela Biscoito Fino.

Sozinho na Cidade (Carlos Alberto Ricelli/Bruna Lombradi)
Do filme “O Signo da Cidade”, dirigido por Carlos Alberto Ricelli, contou com música inédita, composta por Bruna Lombradi e Ricelli, especialmente para Caetano cantar. A trilha sonora foi lançada juntamente com o DVD do filme, em 2009.

 Se Todos Fossem Iguais a Você (Tom Jobim/Vinicius de Moraes)
A trilha do filme “Orfeu”, dirigido por Cacá Diegues, contou produção de Caetano Veloso, ao lado de Arto Lindsay e Jaques Morelembaum. Um dos clássicos da versão original, “Se Todos Fossem Iguais a Você”, ganhou versão solene na voz de Caetano, em arranjo de Jaques Morelembaum.

Sou Você (Caetano Veloso)
Inédita de Caetano para a trilha do filme “Orfeu”, de 1999, foi cantada originalmente por Toni Garrido no filme. A versão apresentada aqui é inédita, e não foi lançada na trilha.

Os Cinco Bailes da História do Rio (Bacalhau/D. Ivone Lara/Silas de Oliveira)
Outra da trilha de “Orfeu”. Versão em voz e violão de Caetano para o samba enredo “Os Cinco bailes da História do Rio’, da escola Império serrano, de 1965.

Enredo do Orfeu (Caetano Veloso/Gabriel, O Pensador)
Parceria inédita entre Caetano e Gabriel, o Pensador, foi o tema principal do filme “Orfeu”, gravado na trilha por Caetano, ao lado de Toni Garrido e Gabriel, O Pensador. A trilha foi lançada em 1999.
 
Baby (Caetano Veloso)
Da trilha do filme “É Proibido Fumar”, dirigido por Anna Mulayert, teve em sua trilha gravação de “Baby”, composta por Caetano Veloso em 1967.

Burn Il Blue (Elliot Goldenthal/Julie Taymor) – Com Lila Downs
Música da trilha do filme “Frida”, de Julie Temor, que conta a vida da pintora mexicana Frida Kahlo. A música concorreu ao Oscar de melhor canção, em 2003. Caetano participou da cerimônia, cantando  ao lado de Lila Downs. Saiu vencedor.

Canto do Mundo (Caetano Veloso)
Em 2007, Caetano foi o diretor musical do filme “Ó Pai, Ó”, da cineasta Monique Gardenberg. Para a trilha fez “Canto do Mundo”. O CD foi lançado pela Universal Music.

Ó Pai, Ó (Caetano Veloso/Davi Moraes) – Com Jauperi
Em parceria com Davi Moraes, compôs a canção principal de filme “Ó Pai, Ó”, gravada ao lado do cantor baiano Jauperi.

Perigo (Caetano Veloso/ Milton Nascimento) – Com Milton Nascimento
Em 2005, Caetano juntou-se a Milton para compor a trilha do filme “O Coronel e o Lobisomem”, dirigido por Guel Arraes.  Foram três parcerias, gravadas ao lado de Milton. O CD foi lançado pela Natacha Records.

Sereia (Caetano Veloso/Milton Nascimento) – Com Milton Nascimento
Outra da parceria que fez parte da trilha do filme “O Coronel e o Lobisomem”, de 2005.

Senhor do Tempo (Caetano Veloso/Milton Nascimento) – Com Milton Nascimento
A principal canção do filme “O Coronel e o Lobisomem”, ganhou dois outros temas instrumentais, e também outra versão na voz da cantora Marina Machado.

Saudade Brejeira (José Eduardo Morais/Nasr Chaul) – Com Zezé di Camargo
A trilha do filme “2 Filhos de Francisco”, contou com a participação de Caetano, que gravou ao lado de Zezé di Carmargo, especialmente para o filme. A trilha foi lançada em 2005.

Tristeza de Jeca (Angelino de Oliveira) – Com Maria Bethânia
Ao lado de Maria Bethânia, registrou a clássica “Tristeza do Jeca”, para a trilha do filme, que conta a história da dupla Zezé di Camargo e Luciano. Dirigido por Breno Silveira, e sucesso de bilheteira em 2005.

Tonada de Lunna Llena (Simon Diaz)
Gravada para o disco “Fina Estampa”, de 1994, a canção entrou para a trilha do filme “A Flor do Meu Segredo”, do diretor espanhol Pedro Almodóvar.

Lisbela (Caetano Veloso)
Versão inédita da música composta por Caetano para a trilha do filme “Lisbela e o Prisioneiro”, em 2003. Na trilha lançada em CD pela Natascha Records, a gravação é do grupo Los Hermanos.

Oh Carol (Neil Sedaka / Howard Greenfield) – Com Jorge Mautner
Sucesso dos anos 60, a canção “Oh Carol”, foi regravada por Caetano,  ao lado de Jorge Mautner especialmente para a trilha de “Lisbela e o Prisoneiro”, em 2003.

Você Não Me Ensinou a Te Esquecer (Fernando Mendes / José Wilson / Lucas)
Sucesso da trilha na voz de Caetano, a canção lançada por Fernando Mendes, em 1978, voltou às paradas, encadeando uma série de regravações por causa da música no filme. Por causa do sucesso do filme e das músicas, foi lançado também um DVD, com o registro de um show com as canções do filme. Saiu pela Globo Vídeo.

Luz do Sol (Caetano Veloso)
Gravada para a trilha do filme “Índia, A Filha do Sol”, de Bruno Barreto e estrelado por Glória Pires em 1982. Não foi lançada a trilha sonora do filme.

Currucucu Paloma (Tomáz Mendez)
A convite de Pedro Almodovar, Caetano fez participação cantando e tocando a canção “Currucucu Paloma” no filme “Fale Com Ela”, de 2002. A trilha do filme foi lançada pela BMG.

Faixa de Cetim ( Ary Barroso)
A trilha do filme “O Mistério do Candeal”, produzido pro Carlinhos Brown, em 2004, contou em sua trilha com a música “Faixa de Cetim”, gravada originalmente por Caetano em 1994, para o songbook de Ary Barroso Vol. 3.

Reis e Ratos (Caetano Veloso)
Composta para a trilha do filme “Reis e Ratos”, dirigido por mauro Lima, não teve sua trilha lançado, mas foi disponibilizada para download na página do filme, as três versões que aparecem no filme. Uma cantada por Caetano, Outra por Bebel Gilberto e outra por Thalma de Freitas.

Janete (Arrigo Barnabé) – Com Arrigo Barnabé
Vencedor do Festival de Gramado de 1983, na categoria melhor trilha sonora, o filme “Janete”, contou com a participação de Caetano na faixa título cantada ao lado de Arrigo Barnabé.

Coração Pensamento (Caetano Veloso)
Em 1996, Caetano foi o responsável pela trilha sonora do filme “Tieta”, dirigido por Cacá Diegues, e baseado no romance de Jorge Amado. A canção “Coração Pensamento, foi uma das inéditas da trilha.

Miragem de Carnaval (Caetano Veloso)
Música composta para o filme “Tieta”, aparece em duas versões na trilha: Uma na voz de Caetano, e outra na voz de Zezé Motta.

A Luz de Tieta  (Caetano Veloso) – Com Gal Costa
O destaque da trilha e sucesso nacional foi “A Luz de Tieta”, cantada ao lado de
Gal Costa e da Banda Didá Feminina. A trilha do filme foi lançada em 1996.             
O filme rendeu uma turnê, ao lado de Gal Costa com base na trilha do filme, e
com outras músicas que fizeram parte de trilhas famosas do cinema.               

Repertório, Criação e Texto sobre as faixas: Carlos Almeida
Artwork: Pedro Progresso

2012 - Live at Carnegie Hall

1. Desde Que o Samba é Samba - Caetano Veloso 
(Caetano Veloso) 

2. Você é Linda - Caetano Veloso 
(Caetano Veloso) 

3. Sampa - Caetano Veloso 
(Caetano Veloso) 

4. O Leãozinho - Caetano Veloso
 (Caetano Veloso) 

5. Coração Vagabundo - Caetano Veloso 
(Caetano Veloso) 

6. Manhatã - Caetano Veloso
(Caetano Veloso) 

7. The Revolution - Caetano Veloso + David Byrne 
(David Byrne) 

8. Everyone’s in Love with You - David Byrne 
(David Byrne) 

9. And She Was - David Byrne 
(David Byrne) 

10. She Only Sleeps - David Byrne 
(David Byrne) 

11. Life During Wartime - David Byrne 
 (David Byrne, Jerry Harrison, Chris Frantz & Tina Weymouth) 

12. God’s Child - David Byrne 
(David Byrne) 

13. Road to Nowhere - David Byrne 
(David Byrne) 

14. Dreamworld: Marco de Canaveses - Caetano Veloso + David Byrne 
 (Caetano Veloso, David Byrne) 

15. Um Canto de Afoxé para o Bloco do Ilê - Caetano Veloso + David Byrne 
(Caetano Veloso & Moreno Veloso) 

16. (Nothing but) Flowers - Caetano Veloso + David Byrne 
(David Byrne, Jerry Harrison, Tina Weymouth, Yves N’Jock & Chris Frantz) 

17. Terra - Caetano Veloso 
(Caetano Veloso) 

18. Heaven - Caetano Veloso + David Byrne
(David Byrne)  

Comentários

In the spring of 2004, Caetano Veloso curated a week of special concerts at New York’s Carnegie Hall as one of its prestigious Perspectives artists. As part of the series, he invited his longtime friend and collaborator David Byrne to join him for an evening in Isaac Stern Auditorium. The concert was recorded for broadcast on NPR and now will be released by Nonesuch as Caetano Veloso and David Byrne: Live at Carnegie Hall on March 13, 2012. The singer/guitarists each performed an acoustic set of their own songs, joined by cellist Jaques Morelenbaum and percussionist Mauro Refosco, and also performed together (see below for the complete track list). Caetano Veloso and David Byrne: Live at Carnegie Hall is available now for pre-order in the Nonesuch Store. You can hear the album track "Dreamworld: Marco de Canaveses," featuring both artists, at Pitchfork. 

“When I got the invitation to curate a program for Carnegie Hall’s Perspectives … the one American artist I was sure I wanted to invite was David Byrne,” Veloso recounts. “I met David in the 1980s … [He] impressed me by showing a very lively ear to whatever was on Brazilian radio. From our first conversation I noticed David was the first rock musician who could really feel the essence of Brazilian music … When I had to go on stage with him, I was not nervous, but I was very shy. You’ve got to be Brazilian (or something of the like) to know how awesome (I mean AWEsome) it is to sing side by side with David Byrne.” 

Byrne says of his admiration for Veloso, “I’d been a Caetano fan since the late ‘80s, when I’d fallen headlong down the rabbit hole of Brazilian music. If I had to name some musicians to whom I would look as a guide to what is possible—those musicians who have managed to sustain a creative and interesting life in music—Caetano would be among the top few.” Of the 2004 concert, he continues, “I was incredibly nervous, and I remember having flubbed on a chord or two (some of those remain on this recording, I’m afraid) … but of course it was Caetano, and Carnegie Hall, so I was also incredibly thrilled and flattered.”

Caetano Veloso is among the most influential and beloved artists to emerge from Brazil, where he began his musical career in the 1960s. He has nearly 40 recordings to his credit, including 13 on Nonesuch—the most recent of which is 2010’s zii e zie. Absorbing musical and aesthetic ideas from sources as diverse as The Beatles, concrete poetry, the French Dadaists, and the Brazilian modernist poets of the 1920s, Veloso—together with Gilberto Gil, Gal Costa, his sister Maria Bethania, and a number of other poets and intellectuals—founded a movement, called Tropicalismo, that permanently altered the course of his country’s popular music. 

David Byrne, known as the force behind the enormously popular Talking Heads (1976–88), complements his two-plus decade solo career with work as a photographer, designer, film director, and author. Byrne’s Nonesuch releases include Grown Backwards (2004), reissues of My Life in the Bush of Ghosts (2006) and The Knee Plays (2007), and Here Lies Love (2010), a song cycle he wrote with Fatboy Slim about the life of former First Lady of the Philippines Imelda Marcos and her childhood servant, Estrella Cumpas. Byrne’s most recent book, Bicycle Diaries (Viking, 2009), chronicles his observations and insights—what he is seeing, whom he is meeting, what he is thinking about—as he pedals through and engages with some of the world’s major cities. 
  
Release da gravadora Nonesuch, Janeiro 2012

Opinião da casa:

Ótimo disco voltado mais para o mercado internacional.
No show Caetano faz um set-padrão parecido com o que ele tinha feito nos shows com João Gilberto em 1997 e com o que passou a fazer mais em turnês de entressafra aqui no Brasil (algumas canções são "coringas" dos repertórios dos shows de voz e violão) e Byrne mostra seu repertório na segunda parte.
Por fim, a excelente "Dreamworld (Marco de Canaveses)", gravada originalmente para o projeto RedHotRio+2 (em versão mais percussiva). Além de ter a única gravação ao vivo de "Manhatã" e o lado-b "Um canto de afoxé para o bloco do Ilê", de 1982!

O encarte desse disco foi gentilmente escaneado e cedido pelo leitor Leandro Moura.
Obrigado!

2011 - Recanto [Songbook]



Faixas:

01. Recanto Escuro
(Caetano Veloso) 

02. Cara Do Mundo
(Caetano Veloso)

03. Autotune Auterótico
(Caetano Veloso)

04. Tudo Dói
(Caetano Veloso)

05. Neguinho
(Caetano Veloso)

06. O Menino
(Caetano Veloso)

07. Madre Deus
(Caetano Veloso)

08. Mansidão
(Caetano Veloso)

09. Sexo e Dinheiro
(Caetano Veloso)

10. Miami Maculelê
(Caetano Veloso)

11. Segunda
(Caetano Veloso)

Comentários: 
“Gal é uma das mais emblemáticas figuras da música popular brasileira moderna. Foi A cantora tropicalista por excelência: lançou “Baby” e defendeu “Divino, maravilhoso” no festival de 1968. Depois que Gil e eu fomos presos e exilados, ela segurou a estética ousada do grupo baiano (que tinha se associado aos paulistas Mutantes, Duprat, Medagspana etc. ) em espetáculos como Fa-Tal, Gal a Todo Vapor. Seu nome batizou o trecho de praia mais badalado da Ipanema dos anos 1970. Ela foi considerada por Danuza Leão a mulher mais elegante do Brasil daquele tempo.

Mais tarde, com Gal Tropical, Índia, Cantar e uma sucessão de discos e shows inesquecíveis, ela enriqueceu o imaginário brasileiro. Gal é pessoa colada a mim. Desde que nos encontramos que nosso culto radical a João Gilberto nos aproximou a ponto de quase não precisarmos (nem conseguirmos) conversar nada. Ela é a voz de “Minha voz, minha vida”, a mulher sagrada de “Vaca profana”, o aparelho vocal de “Meu bem, meu mal”. Tom Jobim disse até morrer que ela era sua cantora favorita. E pra mim ela é ainda a menina que conheci porque gostávamos de bossa nova.

A grande plasticidade de seu estilo de cantora se deve ao entendimento instintivo do “cool” que ela teve desde o início. É isso que faz com que ela soe bem com Donato, com Lanny, com o Olodum ou com Kassin. Há uns 3 anos que sonho em fazer um grupo de canções só para ela gravar. Vi um show seu em Lisboa um ano e meio atrás e decidi realizar esse sonho. Compus pensando na voz dela e em programações eletrônicas. Tem até faixa 100% acústica neste disco, mas os sons eletrônicos predominam.

Senti necessidade de dizer justo essas coisas através dela. Vi que ela e eu podíamos fazer soar um objeto não identificado que tivesse a ver com tudo o que essencialmente somos. Por mim, este disco é dedicado a Maria Bethânia e Gilberto Gil, por razões que deveriam ser óbvias. Moreno, afilhado dela, o fez comigo. Kassin foi o programador mor. Mas também tivemos o Duplexx, o Rabotnik e Zeca Lavigne Veloso. É a vida, dolorosa e prazerosa como ela é. É a música, que tanto Gal quanto eu tangenciamos e adoramos”.

Caetano Veloso 
Texto da contracapa do disco "Recanto"

2012 - A tribute to Caetano Veloso [Songbook]


Faixas: 

1. You Don’t Know Me – The Magic Numbers
(Caetano Veloso)

2. Eclipse Oculto – Céu
(Caetano Veloso)

3. The Empty Boat – Chrissie Hynde, Moreno Veloso, Kassin e Domenico
(Caetano Veloso)

4. London London – Mutantes
(Caetano Veloso)

5. Michelangelo Antonioni – Beck
(Caetano Veloso)

6. Fora da Ordem – Jorge Drexler
(Caetano Veloso)

7. É de Manhã – Marcelo Camelo
(Caetano Veloso)

8. Quem me Dera – Devendra Banhart e Rodrigo Amarante
(Caetano Veloso)

9. Alguém Cantando – Momo
(Caetano Veloso)

10. Trilhos Urbanos – Luisa Maita
(Caetano Veloso)

11. Janelas Abertas nº 2 – Ana Moura
(Caetano Veloso)

12. Da Maior Importância – Tulipa Ruiz
(Caetano Veloso)

13. Força Estranha – Miguel Poveda
(Caetano Veloso)

14. Qualquer Coisa – Qinho
(Caetano Veloso)

15. Peter Gast – Seu Jorge, Toninho Horta e Arismar Espírito Santo
(Caetano Veloso)

16. Araçá Azul – Mariana Aydar
(Caetano Veloso)

Comentários: 
Chega a ser irônico que uma fadista de sotaque tradicional, Ana Moura, seja o maior destaque do elenco multinacional recrutado para o disco idealizado pelo produtor Paul Ralphes para festejar os 70 anos completados por Caetano Veloso neste mês de agosto de 2012. Com 16 gravações inéditas, A Tribute to Caetano Veloso resulta irregular, aquém da importância do projeto. A opção parece ter sido por um tributo globalizado, formatado em vários idiomas dentro de atmosfera indie já sinalizada pela já previamente divulgada regravação de You Don't Know me (1972) pelo grupo inglês The Magic Numbers Longe desse universo descolado, Ana Moura transforma Janelas Abertas nº 2 (1971) em fado à moda tradicional e paira acima dos altos e baixos. Se Seu Jorge brilha com sua voz aveludada em Peter Gast (1983), em gravação minimalista urdida com a guitarra de Toninho Horta e o baixo de Arismar Espírito Santo, Qinho faz qualquer coisa de Qualquer Coisa (1975). Se o catalão Miguel Poveda gasta seu espanhol para cantar Força Estranha / Fuerza Extraña (1978) em registro intenso que dilui a poesia dos versos de canção já tão bem gravada por intérpretes como Roberto Carlos e Gal Costa, Marcelo Camelo põe o samba De Manhã (1965) dentro de seu universo particular. Se Céu esconde o suingue de Eclipse Oculto (1983) em abordagem tão insossa quanto reverente arranjada pelo guitarrista Fernando Catatau, Tulipa Ruiz reproduz no estúdio o já aplaudido registro de Da Maior Importância (1973) que apresentou nos palcos ao longo da turnê do disco Efêmera (2010). Se Devendra Banhart e Rodrigo Amarante constrangem com uma pretensiosa releitura de Quem me Dera (1966), turbinada com trechos de várias músicas de Caetano, Mariana Aydar reitera sua forte personalidade em climático registro blue de Araçá Azul (1973). Se Beck também aposta em gravação climática ao revestir Michelangelo Antonioni (2000) de aura quase sagrada, em faixa cantada em inglês, Chrissie Hynde se deixa levar pelas águas do trio + 2 (Moreno Veloso, Kassin e Domenico Lancellotti) ao embarcar em The Empty Boat (1969). Se Sérgio Dias viaja feliz por London London (1970) com o nome de seu grupo Mutantes (em bela combinação de piano, sintetizadores e sitar), Luisa Maita transita indecisa por Trilhos Urbanos (1979) em percurso que soaria mais inventivo se a cantora não tivesse medo de seguir pelo caminho psicodélico sugerido pelo arranjo ao fim da faixa. Se o uruguaio Jorge Drexler mistura versos em espanhol e em português ao cantar Fora da Ordem (1992) em tom apático, MoMo dá sedutor clima (quase) épico a Alguém Cantando (1977) em gravação orquestrada com cordas e o vocal de Karina Zeviani. Enfim, A Tribute to Caetano Veloso soa irregular - traço até comum em discos do gênero - enquanto globaliza a obra do compositor. Entre erros e acertos, paira a sensação de que alguma coisa está fora da ordem mundial no CD.
 Resenha do disco, por Mauro Ferreira

2012 - Especial Ivete, Caetano e Gil


Faixas: 

01. Gilberto Gil & Ivete Sangalo – A novidade
(Gilberto Gil)

02. Gilberto Gil & Ivete Sangalo – Toda menina baiana
(Gilberto Gil)

03. Caetano Veloso & Ivete Sangalo – O meu amor
(Chico Buarque)

04. Ivete Sangalo – Tá combinado
(Caetano Veloso)

05. Gilberto Gil – A linha e o linho
(Gilberto Gil)

06. Caetano Veloso – A luz de Tieta
(Caetano Veloso)

07. Caetano Veloso & Ivete Sangalo – Tigresa
(Caetano Veloso)

08. Caetano Veloso – Você é linda
(Caetano Veloso)

09. Ivete Sangalo – Atrás da porta
(Chico Buarque/Francis Hime)

10. Gilberto Gil, Caetano Veloso & Ivete Sangalo – Super-Homem (A canção)
(Gilberto Gil)

11. Caetano Veloso & Ivete Sangalo – Se eu não te amasse tanto assim
(Herbert Viana/Paulo Valle)

12. Ivete Sangalo – Olhos nos olhos
(Chico Buarque)

13. Gilberto Gil & Caetano Veloso – Drão
(Gilberto Gil)

14. Gilberto Gil – Dom de iludir
(Caetano Veloso)

15. Gilberto Gil, Caetano Veloso & Ivete Sangalo – Amor até o fim
(Gilberto Gil)

2012 - I just happened to be here [songbook]


Faixas: 

01 - A little more blue 
(Caetano Veloso)

02 - You don't know me 
(Caetano Veloso)

03 - Shoot me dead 
(Caetano Veloso)

04 - Lost in the paradise 
(Caetano Veloso)

05 - Nine out of ten 
(Caetano Veloso)

06 - In the hot sun of a Christmas day 
(Caetano Veloso/Gilberto Gil)

07 - The empty boat 
(Caetano Veloso)

08 - London, London 
(Caetano Veloso)

09 - It's a long way 
(Caetano Veloso)

10 - If you hold a stone (Marinheiro só) 
(Caetano Veloso)

Comentários: 

 A primeira vez que entrei em contato com “I Just Happen to Be Here”, foi quando Alexia Bomtempo foi gravar uma das vozes do disco no meu estúdio. A música era “A Little More Blue”, do primeiro LP que Caetano gravou em Londres, que conheço de cor. Além de ter achado a voz dela linda, fiquei surpresa com a propriedade com que Alexia dizia aquela letra que começa com o verso “One day I had to leave my country” (Um dia eu tive que deixar meu país). Meu irmão, o preparador vocal Felipe Abreu, já havia comentado comigo que tinha idealizado para Alexia um disco feito apenas de canções compostas em inglês por Caetano, e que tinha convidado o músico e compositor Dé Palmeira pra produzi-lo em parceria. Achei uma ideia ótima, que ninguém teve antes, ao que eu saiba.

As dez canções que Alexia selecionou para "I Just Happen to Be Here" (título retirado de um verso de"London, London") foram compostas entre 1969 e 1972. Foram os "anos de chumbo" de Caetano, em que - como ele mesmo relata em seu livro "Verdade Tropical"- passou pelas experiências traumáticas e transformadoras da prisão no Rio de Janeiro, do confinamento em Salvador e de quase três anos de exílio em Londres, durante o período mais violento da ditadura militar.
O significado de "deixar seu país" é totalmente diferente nas experiências de Caetano e Alexia: ela nunca foi presa, confinada ou exilada. Alexia nasceu duas gerações depois de Caetano, em 1984. Filha de mãe norte-americana e pai brasileiro, ela sempre se dividiu entre os EUA e o Brasil, até se estabelecer aqui de vez, há sete anos.
Com dupla nacionalidade, fala português e inglês sem qualquer sotaque que a denuncie como estrangeira. Nem aqui, nem lá. Nas palavras de Alexia: “O tempo e a língua divididos entre o Brasil e os Estados Unidos, me aproximaram da poesia do exílio cantada por Caetano. Eu me aproprio das palavras dele, criadas para um outro contexto, traduzindo-as para mim num movimento de autodescoberta e autoafirmação: You don’t know me...just let me say who am I".

Nesse processo, Alexia se deu conta de que essas canções transcendiam as circunstâncias históricas e pessoais do Caetano, já que a sensação de estranheza, desconforto e não pertencimento invade a alma de tanta gente no mundo inteiro hoje. Quem nunca se sentiu um "errante navegante"? Alexia explica: "Foram muitas idas e vindas nessa minha história americano-brasileira. Sem eu saber, a música de Caetano apontava para o meu futuro no Brasil. Agora estou aqui. E isso não é obra do acaso - o aqui significa quem eu sou de verdade. I just happen to be here and it’s OK. No mapa, na vida e na música.”
Entre as ideias musicais de que eu mais gosto no CD, destaco a decisão de deixar as canções na sua essência, sem utilizar as citações que Caetano fazia (como em "You Don't Know Me" e "It's a Long Way"); a levada sugestiva de samba-reggae em "Nine Out of Ten", com auxílio luxuoso de Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz, fazendo a ponte Londres-Salvador; o dobro tocado por Frejat em “In the Hot Sun of a Christmas Day”, única parceria em inglês entre Caetano e Gilberto Gil; e o equilíbrio orgânico entre as texturas acústicas e eletrônicas.

Fiquei impressionada com a qualidade dos músicos que tocam em “I Just Happen to Be Here”. Além de Letieres & Rumpilezz, Frejat e o próprio Dé, o disco traz a classe e competência de Dadi, Rodrigo Campello, Kassin, Domenico Lancellotti, Charles Gavin, Berna Ceppas, Jr Tostói, Marcelo Costa, Marcelo Vig, Roberto Pollo, Ricardo Palmeira e Mú Carvalho.
Há também participações internacionais, como a do compositor norte-americano Jesse Harris (vencedor do Grammy, autor do megahit de Norah Jones "Don't Know Why"), do baterista e programador holandês Marcel Van As (da banda Coparck) e da cantora norte-americana Hannah Cohen.

Alexia, Felipe e Dé foram ousados, corajosos e bem sucedidos ao mexer com talento e imaginação, em um material que muita gente considera "sagrado". Entre outras coisas, “I Just Happen to Be Here” valida o principio antropofágico tropicalista: digerir para renovar. Esse disco mexe a grande roda da música brasileira, maravilha mutante.

Fernanda Abreu, cantora e compositora
 Press release para imprensa

2012 - Caetano Especial - Raridades

01 - A rota do indivíduo
02 - Padrão
03 - Canto triste
04 - Flor da Idade
05 - Super homem - a canção
06 - Poema dos olhos da amada
07 - Cais
08 - Candeias
09 - Rosa
10 - Olinda, cidade eterna
11 - João Valentão
12 - Canto do mundo
13 - Nothing but flowers
14 - Meu barracão
15 - Pivete
16 - Dreamland
17 - Baião de dois
18 - Upa, neguinho
19 - Pensando em ti
20 - Camisa amarela
21 - O que será (À flor da pele)
22 - Quando chegares
23 - Ouro de tolo
24 - Miragem de carnaval
25 - Moça
26 - Acontece
27 - Pra todo efeito
28 - Tatuagem
29 - Enquanto seu lobo não vem
30 - Pássaro proibido

Comentários: 
PADRÃO - Participação de Caetano no disco Mensagem, com poemas musicados de Fernando Pessoa, interpretados por vários artistas.

CANTO TRISTE - Faixa extraída do Songbook Vinicius de Moraes, volume 3, de 1993.

FLOR DA IDADE - Participação de Caetano no terceiro volume do Songbook Chico Buarque, de 1999.

SUPER-HOMEM, A CANÇÃO - Faixa extraída do Songbook Gilberto Gil, volume 3, de 1992.

FAIXA DE CETIM - Faixa gravada por Caetano para o Songbook Ary Barroso, volume 3, de 1994.

POEMA DOS OLHOS DA AMADA - Canção apresentada por Caetano Veloso no filme Vinicius de Moraes, de 2005.

CAIS - Participação de Caetano no disco homônimo de Ronaldo Bastos, gravado em 1989.

CANDEIAS - Faixa extraída do Songbook Edu Lobo, volume 2, de 1995.

ROSA - Gravação retirada do disco coletivo Ago! Pixinguinha - 100 anos, de 1997, em homenagem ao compositor.

OLINDA, CIDADE ETERNA - Faixa extraída do disco Mestre Capiba, de 2002, produzido por Raphael Rabello, com a participação de vários intérpretes.

JOÃO VALENTÃO - Adesão de Caetano Veloso ao disco Dorival Caymmi, de 1994, tribulo coletivo à obra do compositor baiano.

CANTO DO MUNDO - Faixa gravada para a trilha sonora do filme Ó paí, ó, de 2007.

NOTHING BUT FLOWERS - Participação de Caetano na trilha sonora do filme Meu tio matou um cara, de 2005.

MEU BARRACÃO - Faixa extraída do Songbook Noel Rosa, de 1991.

PIVETE - Participação de Caetano no disco Álbum musical, de 1997, com composições de Francis Hime, interpretadas por vários artistas.

DREAMLAND - Participação de Caetano Veloso no disco coletivo A tribute to Joni Mitchell, de 2007.

BAIÃO DE DOIS - Adesão de Caetano ao disco Humberto Teixeira - O doutor do baião, de 2003, com vários artistas interpretando as obras do compositor.

ENQUANTO SEU LOBO NÃO VEM - Participação de Caetano Veloso no disco Duos, do guitarrista Lanny Gordin, lançado em 2007.

UPA, NEGUINHO - Faixa retirada do Songbook Edu Lobo, volume 1, de 1995.

PENSANDO EM TI - Participação de Caetano no disco Sinfonia de pardais, de 1997, em homenagem ao compositor Herivelto Martins.

O QUE SERÁ (À FLOR DA PELE) - Faixa retirada do Songbook Chico Buarque, volume 2, de 1999.

PÁSSARO PROIBIDO - Participação de Caetano no disco lançado por Maria Bethânia em 1976, cantando a faixa que deu nome ao disco.

QUANDO CHEGARES - Faixa retirada do Songbook Carlos Lyra, de 1994.

OURO DE TOLO - Gravação de 1993, retirada do disco Marcianita.

A ROTA DO INDIVÍDUO - Faixa retirada do Songbook Djavan, volume 3, de 1996.

MIRAGEM DE CARNAVAL - Faixa retirada da trilha sonora composta por Caetano para o filme Tieta do agreste, de 1996.

MOÇA - Gravação feita em estúdio em 2008 e adicionada à edição Novela 70 da série Um barzinho, um violão.

ACONTECE - Participação de Caetano Veloso no disco Bate outra vez, lançado em 1988 em homenagem a Cartola.

PRA TODO EFEITO - Participação de Caetano Veloso no disco Diplomacia, de 1988, em reverência à obra do compositor baiano Batatinha.

TATUAGEM - Canção de Chico Buarque, em gravação de 1978.
Repertório, Criação e Texto sobre as faixas: Bruno Pompeu, do Blog MPBruno
Artwork: Pedro Progresso